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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

FRANZ



A Fundação Jacques Brel informa que o filme FRANZ (após ter sido restaurado) vai ser apresentado no CENTRO WALLONIE–BRUXELLES de PARIS nos dias 2 e 3 de Dezembro próximos. Recordo que FRANZ foi realizado e interpretado por BREL e teve a participação especial de BARBARA. Mais informações sobre o filme podem ser vistas AQUI neste blog.

No vídeo BARBARA canta de Jacques Brel “LITANIES POUR UN RETOUR”, uma canção de 1958...

terça-feira, 18 de outubro de 2011

ARGENTEUIL



CONFERÊNCIA “CINÉ –CHANSON Jacques Brel “ em ARGENTEUIL.

Estas Ciné-conferências continuam a divulgar os talentos do património da canção francófona com uma nova sessão consagrada ao “MAIOR BELGA DE TODOS OS TEMPOS”.
A conferência terá lugar no Cinema “JEAN GABIN”, em ARGENTEUIL, e será orador o jornalista Patrick Winzelle, especialista em canção francesa. Será no próximo Sábado, dia 22.

No fim da sessão será exibido o filme “FRANZ” de Jacques Brel já AQUI falado neste blog.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

BARBARA



Em Saint-Marcellin, França, vai realizar-se mais um Festival BARBARA. Integrada neste festival estará a Exposição “De Brel à Greco” que poderá ser vista de 17 a 21 próximos. Também no dia 21, Gérard Jouannest, o pianista que acompanhava Brel, estará no festival para um reencontro com o seu público.

Jouannest depois de Brel deixar os palcos, começou a acompanhar outros artistas nos seus espectáculos. Entre eles esteve Juliette Gréco com quem viria a casar anos mais tarde.

BARBARA, cantora, compositora e actriz de cinema, foi uma das companheiras de Brel. Ela foi convidada por ele para contracenar no filme FRANZ, escrito e realizado pelo Grand Jacques.

Barbara também cantou algumas canções de Brel. Podem ouvir, por exemplo, Ne me quitte pas AQUI.

L'AIGLE NOIR, composta pela própria Barbara, foi uma das canções que contribuiu para o seu enorme sucesso por toda a Europa.

L'aigle Noir

Un beau jour, ou peut-être une nuit,
Près d'un lac je m'étais endormie,
Quand soudain, semblant crever le ciel,
Et venant de nulle part,
Surgit un aigle noir,

Lentement, les ailes déployées,
Lentement, je le vis tournoyer,
Près de moi, dans un bruissement d'ailes,
Comme tombé du ciel,
L'oiseau vint se poser,

Il avait les yeux couleur rubis,
Et des plumes couleur de la nuit,
A son front brillant de mille feux,
L'oiseau roi couronné,
Portait un diamant bleu,

De son bec il a touché ma joue,
Dans ma main il a glissé son cou,
C'est alors que je l'ai reconnu,
Surgissant du passé,
Il m'était revenu,

Dis l'oiseau, ô dis, emmène-moi,
Retournons au pays d'autrefois,
Comme avant, dans mes rêves d'enfant,
Pour cueillir en tremblant,
Des étoiles, des étoiles,

Comme avant, dans mes rêves d'enfant,
Comme avant, sur un nuage blanc,
Comme avant, allumer le soleil,
Etre faiseur de pluie,
Et faire des merveilles,

L'aigle noir dans un bruissement d'ailes,
Prit son vol pour regagner le ciel.


quinta-feira, 24 de março de 2011

29º FESTIVAL DE CINEMA d’ALÈS



Começa amanhã e prolonga-se até 3 de Abril o 29º FESTIVAL DE CINEMA d’ALÈS.
Dia 28 será exibido o filme FRANZ, realizado por JACQUES BREL e com a participação especial de Barbara.

Neste vídeo Brel e Barbara contracenam numa praia do Mar do Norte...

Avec la mer du Nord pour dernier terrain vague, et des vagues de dunes pour arrêter les vagues, et de vagues rochers que les marées dépassent, et qui ont à jamais le coeur à marée basse. Avec infiniment de brumes à venir. Avec le vent de l'est écoutez-le tenir le plat pays qui est le mien.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

L'AMOUR EST MORT

Em L’AMOUR EST MORT Jacques Brel revisita A canção dos velhos amantes. Mas agora com amargura, com ressentimentos. Sem reconciliação possível. Esta canção foi também deixada fora do lote que integrou Les Marquises e só foi revelada ao público em 2003.


O AMOR MORREU (1977)

Eles nada mais têm a se maldizer, eles agridem-se em silêncio. O ódio tornou-se a sua ciência, os gritos tornaram-se as suas gargalhadas. O amor morreu. O amor está vazio e juntou-se às gaivotas. A grande casa está lívida e as portas batem constantemente.

Eles esqueceram-se que há pouco atravessaram Strasbourg, rindo, e pareceu-lhes bem mais pequeno que uma grande praça dos arredores. Eles esqueceram-se dos sorrisos que espalharam à sua volta...Quando eu te falava de apaixonados, era a eles que eu gostava de descrever...

Por volta do meio-dia abrem-se as tardes que rompem os sinos. É sempre o mesmo redil mas as ovelhas estão enfurecidas. Ele sonha com velhas amantes, ela inventa o seu próximo amante. Eles já não vêem nos seus filhos mais do que os defeitos que o outros lhes deixou...

Esquecerem os bons tempos onde a manhã sorria, quando ele lhe recitava Hamlet, nu em pêlo, e em alemão. Esqueceram-se que viveram a dois e queimaram mil vidas. Quando falava de alegria de viver, era deles que falava...

O piano não é mais que um móvel, a cozinha chora algumas sandes. Eles parecem-se com dois derviches que rodopiam na mesma casa. Ela esqueceu-se que cantava e ele esqueceu-se que ela cantava. Eles assassinam as suas noitadas lendo livros fechados...

Eles esqueceram-se que noutros tempos navegaram de festa em festa. Com esforço inventam-se festas que nunca existriram. Eles esqueceram as virtudes da fome e do frio quando dormiam dentro de duas malas...
E, nós, minha querida??? Como vais? Como vais???


Neste vídeo, que ilustra “L’amour est mort”, foram usados excertos do making of de FRANZ, um filme realizado por Brel em 1972 e onde o cantor contracena com Barbara. Já se falou AQUI neste blog deste filme.