Mostrar mensagens com a etiqueta Gérard Jouannest. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gérard Jouannest. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

JULIETTE GRECO



Marie-Juliette Gréco, conhecida por Juliette Gréco (Montpellier, França) vai fazer 85 anos no próximo dia 7 de Fevereiro. Mas dentro de dias sairá o seu novo disco intitulado Ça se traverse et c'est beau, dado que o tema do disco são as pontes de Paris e a sua biografia Je suis faite comme ça (Flammarion).
Juliette viu pela primeira vez JACQUES BREL em público (no princípio da sua carreira) num palco com um ecran de cinema em fundo. Do programa fazia parte o concerto de Brel e um filme. Ele deu o seu espectáculo antes do filme e a audiência não o levou muito a sério porque estava mais interessada na fita que vinha a seguir. Porém, Juliette Gréco já não faz ideia de que filme se tratava mas… nunca mais perdeu de vista JACQUES BREL, tal foi a emoção que ele lhe causou nessa noite.
Em 1989 Juliette casou-se com o seu pianista e orquestrador Gérard Jouannest que, anos antes, havia trabalhado com Brel.

No vídeo JULIETTE GRECO canta “J’ARRIVE”

sexta-feira, 13 de maio de 2011

BARBARA



Em Saint-Marcellin, França, vai realizar-se mais um Festival BARBARA. Integrada neste festival estará a Exposição “De Brel à Greco” que poderá ser vista de 17 a 21 próximos. Também no dia 21, Gérard Jouannest, o pianista que acompanhava Brel, estará no festival para um reencontro com o seu público.

Jouannest depois de Brel deixar os palcos, começou a acompanhar outros artistas nos seus espectáculos. Entre eles esteve Juliette Gréco com quem viria a casar anos mais tarde.

BARBARA, cantora, compositora e actriz de cinema, foi uma das companheiras de Brel. Ela foi convidada por ele para contracenar no filme FRANZ, escrito e realizado pelo Grand Jacques.

Barbara também cantou algumas canções de Brel. Podem ouvir, por exemplo, Ne me quitte pas AQUI.

L'AIGLE NOIR, composta pela própria Barbara, foi uma das canções que contribuiu para o seu enorme sucesso por toda a Europa.

L'aigle Noir

Un beau jour, ou peut-être une nuit,
Près d'un lac je m'étais endormie,
Quand soudain, semblant crever le ciel,
Et venant de nulle part,
Surgit un aigle noir,

Lentement, les ailes déployées,
Lentement, je le vis tournoyer,
Près de moi, dans un bruissement d'ailes,
Comme tombé du ciel,
L'oiseau vint se poser,

Il avait les yeux couleur rubis,
Et des plumes couleur de la nuit,
A son front brillant de mille feux,
L'oiseau roi couronné,
Portait un diamant bleu,

De son bec il a touché ma joue,
Dans ma main il a glissé son cou,
C'est alors que je l'ai reconnu,
Surgissant du passé,
Il m'était revenu,

Dis l'oiseau, ô dis, emmène-moi,
Retournons au pays d'autrefois,
Comme avant, dans mes rêves d'enfant,
Pour cueillir en tremblant,
Des étoiles, des étoiles,

Comme avant, dans mes rêves d'enfant,
Comme avant, sur un nuage blanc,
Comme avant, allumer le soleil,
Etre faiseur de pluie,
Et faire des merveilles,

L'aigle noir dans un bruissement d'ailes,
Prit son vol pour regagner le ciel.


terça-feira, 1 de junho de 2010

HEUREUX



Esta canção está no segundo LP gravado por Brel em 1957. Teve uma tiragem de 10.000 exemplares. Um número bastante ousado para a época e dez vezes superior ao do primeiro disco. Devido a este sucesso, em Junho desse ano, Jacques Brel é um dos premiados do Grand Prix du Disque de l'Académie Charles Cros.

Feliz (1957)

Feliz o que canta para a criança e que, sem nada lhe dizer, a guia pelo caminho triunfante. Feliz aquele que canta para a criança... Feliz aquele que chora de alegria por enfim se ter dado por amor, ou por um beijo que se bebe. Feliz aquele que chora de alegria...

Felizes os amantes separados e que não sabem ainda que amanhã se vão reencontrar. Felizes os amantes separados...Felizes os amantes extasiados cuja força dos vinte anos não serve para mais nada senão para se amarem. Felizes os amantes extasiados...

Felizes os amantes que nós somos e que amanhã, longe um do outro, se amarão, se amarão, acima de todos os homens...


Em Novembro de 1957 conhece o pianista Gérard Jouannest e logo a seguir François Rauber. Rauber passará a dirigir a orquestra que acompanhará Brel no palco e em digressão.
Esta pequena observação serve apenas para nos apercebermos da grande diferença que vai desta orquestração pirosa de Heureux (1957) para as orquestrações pujantes feitas por François Rauber nos anos seguintes.