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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Tu sauras qui je suis




No sábado, 11 de Fevereiro, às 21H50, no canal CINÉ+ CLASSIC vai passar um documentário de Jacques Lévy que conta a história da amizade e cumplicidade que existia entre JACQUES BREL e BARBARA.
Depois do documentário, que se intitula “Tu sauras qui je suis”, será exibido o filme de Brel "FRANZ", agora restaurado pelas Edições Jacques Brel.
Já falei várias vezes de Barbara neste Canto do Brel. Numa das vezes fiz referência a “GAUGUIN (Carta a Jacques Brel)”, uma canção escrita e cantada por Barbara em 1990. Esta canção termina com as palavras “Souvent, je pense à toi.Je signe Léonie.Toi, tu sais qui je suis,Dors bien.” Muitas vezes penso em ti. Assino Léonie (Léonie era a personagem que Barbara interpretava em FRANZ). Tu sabes quem eu sou (que deu o mote para a o documentário de Jacques Lévy referido acima). Dorme bem.

Aqui fica o texto original e o vídeo com a interpretação de Barbara…

Gauguin (Lettre à Jacques Brel)

Il pleut sur l'île d'Hiva-Oa. Le vent, sur les longs arbres verts Jette des sables d'ocre mouillés.Il pleut sur un ciel de corail Comme une pluie venue du Nord Qui délave les ocres rouges Et les bleus-violets de Gauguin.Il pleut.Les Marquises sont devenues grises.Le Zéphir est un vent du Nord,Ce matin-là, Sur l'île qui sommeille encore.Il a dû s'étonner, Gauguin, Quand ses femmes aux yeux de velours Ont pleuré des larmes de pluie Qui venaient de la mer du Nord.Il a dû s'étonner, Gauguin, Comme un grand danseur fatigué Avec ton regard de l'enfance. Bonjour monsieur Gauguin. Faites-moi place. Je suis un voyageur lointain. J'arrive des brumes du Nord Et je viens dormir au soleil. Faites-moi place. Tu sais, Ce n'est pas que tu sois parti Qui m'importe. D'ailleurs, tu n'es jamais parti. Ce n'est pas que tu ne chantes plus Qui m'importe. D'ailleurs, pour moi, tu chantes encore, Mais penser qu'un jour, Les vents que tu aimais Te devenaient contraire, Penser Que plus jamais Tu ne navigueras Ni le ciel ni la mer, Plus jamais, en avril, Toucher le lilas blanc, Plus jamais voir le ciel Au-dessus du canal. Mais qui peut dire? Moi qui te connais bien, Je suis sûre qu'aujourd'hui Tu caresses les seins Des femmes de Gauguin Et qu'il peint Amsterdam. Vous regardez ensemble Se lever le soleil Au-dessus des lagunes Où galopent des chevaux blancs Et ton rire me parvient, En cascade, en torrent Et traverse la mer Et le ciel et les vents Et ta voix chante encore. Il a dû s'étonner, Gauguin, Quand ses femmes aux yeux de velours Ont pleuré des larmes de pluie Qui venaient de la mer du Nord. Il a dû s'étonner, Gauguin. Souvent, je pense à toi Qui a longé les dunes Et traversé le Nord Pour aller dormir au soleil, Là-bas, sous un ciel de corail. C'était ta volonté. Sois bien. Dors bien. Souvent, je pense à toi. Je signe Léonie. Toi, tu sais qui je suis, Dors bien.

sábado, 21 de novembro de 2009

GENUÍNO MADRUGA

Na véspera da chegada ao porto da Horta,terminada a sua segunda volta ao mundo como velejador solitário, GENUÍNO MADRUGA escreveu um texto no seu DIÁRIO DE BORDO e do qual tomo a liberdade de transcrever o seu início.
Acedendo a este link do velejador GENUÍNO MADRUGA podemos ler o resto do texto que é uma pequena viagem pelas memórias da viagem.


Dia 5 de Junho 2009

RETORNO À ILHA
Meus caros amigos, "oficiais e passageiros" que comigo "viajaram" e viveram esta extraordinária e inesquecível aventura que foi sem dúvida a II Volta ao Mundo do veleiro Hemingway. Passamos por continentes, países e ilhas, conhecemos outras formas de vida, outras religiões, outros manjares! Visitamos Igrejas, Catedrais, Templos, Sinagogas ou simples "lugares de culto". Ficamos extasiados com originais e cópias perfeitas de grande parte da obra de Paul Gauguin, estivemos mesmo ao lado do "Jojo" de Jaques Brel e talvez por uma última vez, com todo o simbolismo e veneração colocamos placa metálica na sua campa assinalando nossa passagem e admiração por tão grande, querido e amado compositor, intérprete, actor e também marinheiro que um dia conhecemos no
Peter Cafe Sport (...)