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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

QUEM DIABO É JACQUES BREL?



A ARTilharia TV andou à procura de Jacques Brel pelas ruas de Ponta Delgada. Ninguém sabia dele. Mas a bordo dum iate ancorado na marina falaram com alguém que possuía valiosas informações sobre a passagem do artista belga pelos Açores.
Esse alguém era o melancómico e breliano NUNO COSTA SANTOS que apresentou no Teatro Micaelense, no passado dia 1 de Outubro o espectáculo já AQUI falado “É PRECISO IR VER”.

sábado, 12 de junho de 2010

DUAS NOTÍCIAS

Das Edições Jacques Brel recebi estas duas informações:

1. A cantora ANTONIA BOSCO vai dar um espectáculo no Théâtre du Lierre, em Paris, de 23 a 27 de Junho em homenagem a Brel. Chama-se “L’inaccessible étoile”. NESTE video ela fala da criação do espectáculo e canta um pequeno excerto da canção que lhe dá o nome.



2. Está quase a estrear no TEATRO MICAELENSE “BREL NOS AÇORES”, da autoria de NUNO COSTA SANTOS e com interpretação de DINARTE BRANCO.
19 de Junho às 21H30. Lá estaremos!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

BREL NOS AÇORES 2



Em 22 de Abril falei AQUI no projecto "Brel nos Açores", que tem por base uma narrativa escrita por NUNO COSTA SANTOS.
Do blog ILHAS retirei um excerto dum post do Nuno (Diário de Bordo. Dia 4.) que nos fala do andamento dos trabalhos:

"Continuam as leituras, continuam as passagens do texto, continua o entusiasmo. Aliás, dispara o entusiasmo. Penso que o fogo cresceu no domingo à noite, altura em que fomos até ao atelier onde trabalha o João Prazeres, o homem do cenário, com o objectivo de fazer uma pequena gravação vídeo de um ensaio para enviar para a Fundação Brel (por causa de uma última cedência de direitos de imagem). Houve quem se tivesse emocionado durante a performance do Dinarte. Não vou dizer quem, para não desprestigiar ninguém: não queremos que fiquem a pensar que temos sentimentos e assim. Isso seria desagradável no mundo de hoje.

O texto. Sempre o texto. O território de onde parte o resto - ou que serve de bússula para tudo o resto. Já sofreu muitas alterações desde o início - teve vários tons. Agora encontra importantes âncoras no lirismo breliano - uma poética feita ora de ternura ora de sarcasmo. Já havia uma tradução em português de algumas letras do belga (pela Assírio e Aslvim). Mas em Setembro do ano passado, quando fazia a investigação para o projecto, encontrei um blogue, o Canto do Brel, da autoria de Sérgio Paixão - ou Sérgio Luís, como muitas vezes assina -, que tem traduções muitas vivas e orgânicas (e criativas) das palavras que Brel desenhou em francês..."


O espectáculo vai estrear no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, a 19 de Junho.
Depois será apresentado em Lisboa (TEATRO DE S.LUIZ) prevendo-se por fim a sua apresentação na Horta, Faial, em Julho.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

BREL NOS AÇORES

A passagem de Jacques Brel pelos Açores em 1974 é o tema do espectáculo que o Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, estreia a 19 de Junho.
O mesmo espectáculo será apresentado cinco dias depois em Lisboa (Teatro S. Luiz) prevendo-se depois a sua apresentação na Horta, Faial, em Julho.
Esta produção própria do Teatro Micaelense, intitulada "Brel nos Açores", que tem por base uma narrativa escrita por NUNO COSTA SANTOS e tem o actor Dinarte Branco como única figura em palco, integra componentes sonoras e de imagem, pretendendo "recuperar a personagem do artista belga e os Açores" de 1974, altura em que Brel (1929-1978) escalou a ilha do Faial a bordo do seu iate Askoy.
A promoção do espectáculo, que resultou de uma parceria com a Câmara da Horta, surge integrada na programação do "Açores Região Europeia 2010".
A equipa de produção esteva na Horta nos passados dias 19,20 e 21 para recolher imagens, sons, depoimentos e cumplicidades...

Equipa de Produção de BREL NOS AÇORES (da esquerda para a direita)
Paulo Abreu– “Nessa altura não vou ter tempo, estou a fazer uma curta.”
Sérgio Gregório – “Isto vai ser à GRANDALHÃO.”
Nuno Costa Santos – “Vou me recolher...”
Dinarte Branco – “Calma, eu não sou o Brel!”
Inês Eva - “Isto nunca me aconteceu! Opá, não se riam.”