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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

LE RÊVE EN PARTAGE



Neste livro, de 1998, Eric Zimmermann fala de Jacques BREL e Jean-Pierre Leloir exibe mais de200 fotografias inéditas.  O livro tem edição de Didier Carpentier . Na apresentação do livro pode ler-se este pequeno excerto:

 “…Do tímido idealista para o arrasador de certezas, de Bruxelas a Paris, entre a criança e a eterna juventude, homem de carne, de cóleras, de sonhos e de  ternura, Jacques BREL, está aqui como nas suas canções. Testemunha privilegiada dos grandes momentos do Music Hall, Jean-Pierre Leloir estava presente naquele dia da reunião histórica que lhe permitiu juntar numa mesma fotografia Jacques BREL, Georges BRASSENS e Léo FERRÉ. Seguindo  Jacques BREL de palco em palco durante dez anos, a sua objectiva captou  todas as nuances das suas interpretações. As suas fotos restituem, neste livro, o solfejo inédito dos gestos e das expressões que Jacques encenava como um virtuoso para acompanhar as suas canções.”

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Voyage au bout du rêve




Em 2008 foi publicado um livro sobre JACQUES BREL intitulado "Jacques Brel voyage au bout du rêve" de Alain Wodrascka, com prefácio de Juliette Gréco.
O livro é da editora Didier Carpentier e esta é a APRESENTAÇÃO DO EDITOR:

Animado pela chama da fulgurância, Jacques Brel, desaparecido aos 49 anos de idade, investiu em várias áreas artísticas que tão bem soube demonstrar ao longo da vida.
O cantor: o seu repertório, rico e variado, com uma uma quantidade de músicas extraídas numa tinta poética muito moderna e comovente interpretação teatral. Entre elas dilacerantes hinos ao amor (" Ne me quitte pas ", " La chanson des vieux amants "...), pinturas oníricas (" Le plat pays ", " Les Marquises ", " Mon enfance ", " Amsterdam "), comoventes retratos sociais (" Les vieux "...) e episódios de um humor irresistível (" Les bigotes ", " Les bonbons ", " Madeleine "...).
O actor: No cinema, Brel soube evoluir em vários registos com igual talento. Ele conseguiu captar personagens convencionais (Les risques du métier), graves (Les assassins de l'ordre), libertinos (Mon oncle Benjamin) ou loucos (L’emmerdeur), permanecendo sempre credível.
Finalmente, o seu Musical “L'homme de la Mancha”, onde ele actuou e cantou, reunindo todas as formas de expressão artística aqui exigidas, levando-as ao seu auge.
A principal preocupação de Brel foi nunca enganar o seu público, nunca mostrar habilidades mediante a adopção de processos duvidosos.
Por fim, depois de ter tentado com sucesso todas as experiências artísticas e domesticadas as artes da navegação e da pilotagem de aeronaves, Brel decidiu, no topo da sua glória, largar as amarras do sonho e partir para a ilha das Marquesas.