No espectáculo VAREKAI do CIRQUE DU SOLEIL a canção Ne me quitte pas é usada para um número cómico interpretado por Claudio Carneiro. Este actor, usando a versão de NINA SIMONE, finge que canta Ne me quitte pas. Mas quem ele quer que não o deixe é a luz do projector que lhe foge constantemente deixando-o no escuro da pista.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
IF YOU GO AWAY

No dia 12 de Outubro publiquei aqui o anúncio do novo disco de BARBRA STREISAND que inclui uma versão de NE ME QUITTE PAS (If you go away).
O disco, que tem por título LOVE IS THE ANSWER, tem produção musical de Diana Krall que acompanha Barbra nalgumas canções e entrou logo para o primeiro lugar de vendas dos Estados Unidos.
Este é o 51º disco de ouro da actriz cantora que se vai juntar aos 30 discos de platina da sua colecção.
Barbra Streisand canta assim If you go away/Ne me quitte pas .
Etiquetas:
Barbra Streisand,
Diana Krall,
Jacques Brel,
Love is the answer
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
GÉRARD LENORMAN
NE ME QUITTE PAS , a mais desesperada canção de amor feita até hoje, tem tido centenas de versões por todo o mundo, embora a maior parte seja para esquecer. Ne me quitte pas não é uma cantiguinha de amor que se canta de ânimo leve, talvez a pensar que amanhã vai chover ou que o carro já deve estar pronto.
A intensidade e a verdade com que JACQUES BREL a cantou é inimitável. Só ele a poderia ter escrito e só ele a poderia ter cantado. O dramatismo da interpretação desta canção, e de TODAS as outras do autor, é a chave do êxito de Brel.
No entanto, há excepções. Existe esta versão em francês de NE ME QUITTE PAS que se aproxima muito da verdade breliana. É a versão de Gérard Lenorman.
Um aviso:
Não oiçam a versão de Terry Jacks de Ne me quitte pas (If you go away).Terry Jacks, o tal do Seasons in the sun, também teve a lata de gravar esta canção e o resultado é bem pior que as “seasons”. Por favor não oiçam…
A intensidade e a verdade com que JACQUES BREL a cantou é inimitável. Só ele a poderia ter escrito e só ele a poderia ter cantado. O dramatismo da interpretação desta canção, e de TODAS as outras do autor, é a chave do êxito de Brel.
No entanto, há excepções. Existe esta versão em francês de NE ME QUITTE PAS que se aproxima muito da verdade breliana. É a versão de Gérard Lenorman.
Um aviso:
Não oiçam a versão de Terry Jacks de Ne me quitte pas (If you go away).Terry Jacks, o tal do Seasons in the sun, também teve a lata de gravar esta canção e o resultado é bem pior que as “seasons”. Por favor não oiçam…
Etiquetas:
Gérard Lenorman,
If you go away,
Jacques Brel,
Ne me quitte pas,
Terry Jacks
domingo, 22 de novembro de 2009
CANNES - O HOMEM DO ANO 2008

Em 2008 a Cidade Francesa de Cannes elegeu para HOMEM DO ANO... JACQUES BREL.
Relacionado com este evento publico o extenso PROGRAMA de todas as actividades e o trailer de um bailado intitulado BREL EN EMOI baseado em temas do cantor.
sábado, 21 de novembro de 2009
GENUÍNO MADRUGA
Na véspera da chegada ao porto da Horta,terminada a sua segunda volta ao mundo como velejador solitário, GENUÍNO MADRUGA escreveu um texto no seu DIÁRIO DE BORDO e do qual tomo a liberdade de transcrever o seu início.
Acedendo a este link do velejador GENUÍNO MADRUGA podemos ler o resto do texto que é uma pequena viagem pelas memórias da viagem.

Dia 5 de Junho 2009
RETORNO À ILHA
Meus caros amigos, "oficiais e passageiros" que comigo "viajaram" e viveram esta extraordinária e inesquecível aventura que foi sem dúvida a II Volta ao Mundo do veleiro Hemingway. Passamos por continentes, países e ilhas, conhecemos outras formas de vida, outras religiões, outros manjares! Visitamos Igrejas, Catedrais, Templos, Sinagogas ou simples "lugares de culto". Ficamos extasiados com originais e cópias perfeitas de grande parte da obra de Paul Gauguin, estivemos mesmo ao lado do "Jojo" de Jaques Brel e talvez por uma última vez, com todo o simbolismo e veneração colocamos placa metálica na sua campa assinalando nossa passagem e admiração por tão grande, querido e amado compositor, intérprete, actor e também marinheiro que um dia conhecemos no Peter Cafe Sport (...)
Acedendo a este link do velejador GENUÍNO MADRUGA podemos ler o resto do texto que é uma pequena viagem pelas memórias da viagem.
Dia 5 de Junho 2009
RETORNO À ILHA
Meus caros amigos, "oficiais e passageiros" que comigo "viajaram" e viveram esta extraordinária e inesquecível aventura que foi sem dúvida a II Volta ao Mundo do veleiro Hemingway. Passamos por continentes, países e ilhas, conhecemos outras formas de vida, outras religiões, outros manjares! Visitamos Igrejas, Catedrais, Templos, Sinagogas ou simples "lugares de culto". Ficamos extasiados com originais e cópias perfeitas de grande parte da obra de Paul Gauguin, estivemos mesmo ao lado do "Jojo" de Jaques Brel e talvez por uma última vez, com todo o simbolismo e veneração colocamos placa metálica na sua campa assinalando nossa passagem e admiração por tão grande, querido e amado compositor, intérprete, actor e também marinheiro que um dia conhecemos no Peter Cafe Sport (...)
Etiquetas:
Genuíno Madruga,
Jacques Brel,
Jojo,
Paul Gauguin,
Peter Cafe
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
LES DÉSESPÉRÉS
A grande qualidade dos textos de Brel está na verdade das palavras escritas. Está na realidade dos personagens intervenientes. Está na honestidade dos temas escolhidos. A propósito, Jacques Brel dizia que “um homem só é verdadeiramente honesto quando está a dormir... Mas, não se aprende nada vendo os outros dormir.” No texto que publico hoje, Les désespérés, Brel descreve o desespero do suicídio como forma de sarar as feridas profundas de um amor impossível.
OS DESESPERADOS (1965)
Eles caminham de mão dada, em silêncio, nessas cidades mortiças onde a morrinha oscila... Nada mais soa que os seus passos, passo a passo trauteados... Eles caminham em silêncio, os desesperados...
Eles queimaram as suas asas, perderam os seus ramos... De tal modo naufragados que até a morte lhes parece branca. Resgatados do amor, eles estão agora acordados e caminham em silêncio, os desesperados...
Eu conheço esse caminho porque já lá passei... Mais de cem vezes, mais de cem e a sua metade... Menos velhos ou mais magoados eles vão terminar o seu caminho e partir em silêncio, os desesperados...
E debaixo da ponte a água é serena e profunda... Aqui está uma amável hospedeira, aqui está o fim do mundo... Eles choram os seus nomes como os jovens casados e fundem-se no silêncio, os desesperados...
Que se levante aquele que lhes vai atirar a pedra, porque eles, do amor, apenas sabem o verbo amar... Sobre a ponte nada mais há que uma bruma ligeira, e logo se esquece, em silêncio, aqueles que esperaram...
OS DESESPERADOS (1965)
Eles caminham de mão dada, em silêncio, nessas cidades mortiças onde a morrinha oscila... Nada mais soa que os seus passos, passo a passo trauteados... Eles caminham em silêncio, os desesperados...
Eles queimaram as suas asas, perderam os seus ramos... De tal modo naufragados que até a morte lhes parece branca. Resgatados do amor, eles estão agora acordados e caminham em silêncio, os desesperados...
Eu conheço esse caminho porque já lá passei... Mais de cem vezes, mais de cem e a sua metade... Menos velhos ou mais magoados eles vão terminar o seu caminho e partir em silêncio, os desesperados...
E debaixo da ponte a água é serena e profunda... Aqui está uma amável hospedeira, aqui está o fim do mundo... Eles choram os seus nomes como os jovens casados e fundem-se no silêncio, os desesperados...
Que se levante aquele que lhes vai atirar a pedra, porque eles, do amor, apenas sabem o verbo amar... Sobre a ponte nada mais há que uma bruma ligeira, e logo se esquece, em silêncio, aqueles que esperaram...
Etiquetas:
François Rauber,
Gerard Jouannest,
Jacques Brel
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
BREL ACTOR (3)

LES RISQUES DU MÉTIER
Realização: André Cayatte
Argumento : André Cayatte et Armand Jammot
Imagem: Christian Matras
Música: Jacques Brel et François Rauber
Montagem: Hélène Plewianikoff
Produção: Gaumont Internationale
Duração: 105 min. Estreado em: 21/12/1967
Com: Jacques Brel, Emmanuelle Riva, Jacques Harden, Nadine Alari, Christine Fabrega, René Dary, Muriel Baptiste, Delphine Deysieux.
Argumento
Jean Doucet é um professor de aldeia, casado e feliz no casamento e na profissão. Um dia é acusado de assédio sexual a uma aluna sua de 14 anos. A rapariga chegou a casa com o vestido rasgado e uma história de abusos do seu professor. A polícia é chamada a investigar, mas uma outra rapariga entra em cena também para o acusar de sedução. Ainda uma terceira rapariga faz o mesmo. O professor diz-se inocente mas a investigação está a arrasar a sua profissão, o seu casamento e a sua vida. O realizador André Cayatte baseou-se numa história verdadeira para, com a sua experiência de ex-advogado, denunciar injustiças sociais.
Subscrever:
Mensagens (Atom)