MARC HERNU. Mais um autor de Banda Desenhada que ilustrou uma canção de Brel para o livro já AQUI citado neste blog. Marc Hernu nasceu em Kinshasa, Congo Belga, em 1958. A canção escolhida pelo desenhador foi MATHILDE.
As EDIÇÕES JACQUES BREL informam que hoje, Terça-feira, pelas 22 horas, a rádio turca TRT emitirá um programa intitulado “JACQUES BREL À BRUXELLES”. Este programa será repetido no Sábado, 24, às 16h15m e no Domingo às 14h15m.
Neste vídeo o turco Zeki Müren (1931/1996) canta “NE ME QUITTE PAS” com tradução para o seu idioma feita por ele mesmo…
na Galeria VANAURA, em Versailles, de 28 de Novembro a 31 de Dezembro de 2011.
Jean-Pierre Blanchard e René Botti, artistas de renome internacional, fazem-nos viajar com emoção pelo universo de Jacques Brel. Os dois deixaram-se invadir pela obra de Brel. Os dois procuraram materiais e cores, traços e linhas, para homenagear o Artista. O texto e a voz estão lá… nas pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e litografias.
JEFFRY BONNET, (Haia, 1956) é um cantor holandês, escritor e poeta. Em 1986, lançou o seu primeiro single, "Tu és o meu carrossel”, que ele mesmo escreveu e compôs. Em 1990 lançou o álbum “Reflexion”, um tributo a Édith Piaf. Em 2005, Jeffry começou uma digressão com o espectáculo “Seguindo os passos de Jacques Brel”, juntamente com seu pianista Hans Veldhuizen e o acordeonista Andre Bombelijn. Como resultado desta digressão, em Janeiro de 2009, gravou um álbum em memória de Jacques Brel.
Neste vídeo ele canta “Mijn vlakke land”, o país plano com catedrais, como únicas montanhas, com um céu tão baixo que um canal se afundou, com um céu tão cinzento que é preciso perdoar-lhe.
O PAÍS PLANO - 1962
Com o Mar do Norte como último terreno baldio, e com as vagas de dunas para conter as vagas, e os vagos rochedos que as marés galgam e que têm para sempre o coração na maré baixa... Com um nunca acabar de brumas a chegar, trazidas pelo de vento de Leste, escutem-no a resistir, este país plano que é o meu...
Com catedrais, como únicas montanhas, e negros campanários, como mastros de cocanha, onde diabos em pedra esgaçam as nuvens... Com o correr dos dias como única viagem, e caminhos de chuva como única despedida... Com o vento de Oeste, escutem-no a implorar, este país plano que é o meu...
Com um céu tão baixo que um canal se afundou. Com um céu tão baixo que cria a humildade. Com um céu tão cinzento que um canal se enforcou... Com um céu tão cinzento que é preciso perdoar-lhe. Com o vento do norte que vem dilacerar-se... Com o vento do Norte, escutem-no estalar, este país plano que é o meu...
Com a Itália a descer o rio Escault, com a loira Frida a tornar-se Margot. Quando os filhos de Novembro regressam em Maio, quando a planície fumega e estremece em Julho. Quando o vento está alegre e corre pelo trigo, quando o vento está de Sul, escutem-no a cantar, este país plano que é o meu...
“Um total de 125 pessoas sofreram ferimentos neste ataque que abalou a cidade de Liège, a cerca de 100 quilómetros a leste de Bruxelas. Destes 125 feridos, cinco estão em estado crítico. Pelo menos quatro pessoas morreram e mais de 120 ficaram feridas num ataque ocorrido no centro da cidade belga de Liège. Um indivíduo disparou e lançou granadas contra uma das principais praças da cidade, a Praça de Saint-Lambert, um local muito movimentado à hora do ataque, até porque lá foi instalada uma feira de Natal. O atacante foi prontamente identificado como Nordine Amrani, habitante de Liège cidadão belga e habitante de Liège mas originário de Marrocos. O homem tinha sido condenado em 2008 pelo tribunal local a 58 meses de prisão efectiva por posse de armas e cultivo de cannabis mas encontrava-se actualmente em liberdade condicional. A procuradora do rei, Danielle Reynders, confirmou, porém, que o sujeito deveria apresentar-se terça-feira à tarde à polícia, não adiantando mais pormenores sobre o caso. A ministra do Interior, Joëlle Milquet, e o recém-empossado primeiro-ministro, Elio Di Rupo, deslocaram-se a Liège, onde lamentaram o sucedido e expressaram os seus sentimentos às vítimas e respectivas famílias.” E talvez desejar um FELIZ NATAL, digo eu...
A pintora francesa Fabienne Fumière apresenta a sua nova exposição a partir de amanhã até dia 23, na “Salle de la République de l'Hôtel de Ville, de Cambrai”. Trata-se uma homenagem a JACQUES BREL e à sua interpretação de D.Quixote de la Mancha. São 19 quadros de cores vivas, o que além de serem uma imagem de marca da artista, são sobretudo sinónimos de alegria de viver. Diz ela “Estou feliz por viver e aproveito cada instante. Nós estamos sobre a Terra para nos encontrarmos, para nos falarmos, receber e dar o amor aos outros. Estamos todos em busca do amor e este não tem idade.” Um amor pelo cantor belga e pelo escritor espanhol que são o fruto de criações luminosas sobre os temas que se enredam na história do homem da Mancha e dos outros intervenientes: Sancho Pança, o cavalo Rossinante, Dulcineia…
Isabelle Aubret “Palais des Sports 2011” é um duplo CD, mais um DVD, e foi gravado ao vivo num espectáculo dado em Maio deste ano. Neste espectáculo ela canta Jean Ferrat, Léo Ferré e JACQUES BREL. Isabelle foi em 1952 campeã de França em ginástica. Depois enveredou pela música e em 1962 ganhou o Euro Festival da Canção com “Un premier amour”. Seis anos depois voltou a concorrer ao Festival e ficou em 3º lugar com “La source”. Entretanto, em 1963 teve um acidente de viação que a incapacitou de trabalhar durante muito tempo. Jacques Brel, que a estimava como colega de profissão, visitou-a no hospital e, num acto de generosidade perante a colega impedida de trabalhar, ofereceu-lhe os direitos de autor da canção “La fanette”, que ela interpretava nos seus concertos.
“Travelling”, é o novo espectáculo do grupo francês Les Oiseaux de Passage que tem como componentes BRUNO REISACHER : voz / JEAN-PHILIPPE BATLO : guitarras / GUY SCHELCHER : acordeão / FRANCIS HIRSPIELER : contrabaixo. É desta maneira que eles descrevem este novo trabalho.
“Quer como actor ou realizador, quer como piloto de linha ou capitão de grande cabotagem, Jacques Brel toda a vida se manteve num movimento constante. Mas sabiam que durante quinze anos – dia a dia – ele transfigurou a canção francesa? As suas canções são, à imagem da sua vida, como um infatigável “travelling” do tempo e do espaço: De oeste a leste e do norte a sul, das margens do Escault às ilhas onde ele fez bem ir ver, da manhã à noite, da infância à morte. Tornar-se num velho menino mas nunca num adulto. E depois morrer… “Não custa nada”. Canções do movimento. Ou da imobilidade. E mesmo que “o tempo se imobilize” é a objectiva da câmara que se imobiliza para sobrevoar as gentes e os lugares (“revejam” os seus filmes: Les Marquises ou Je suis un soir d’été...). Depois do seu espectáculo Portraits et Paysages, os "Oiseaux de Passage" propõem-nos uma nova incursão viajante pela obra do Grand Jacques onde as canções mais conhecidas se misturam com outras mais discretas. E nesta altura estamos prontos para ver o filme de uma obra, de uma vida. Então… Motor!”
AQUI neste site podemos ouvir 3 canções interpretadas pelos Pássaros de Passagem…
Godfrey Johnson, o cantor de cabaret Sul Africano, tem este ano um novo espectáculo intitulado “SEASON IN THE SUN”. Está em cena de 6 a 24 de Dezembro no Old Mutual Theatre on the Square. Além de BREL, Godfrey interpretará canções de Noel Coward, Cole Porter, Madonna, Kurt Weill e material escrito por ele mesmo. Já falei neste blog do anterior espectáculo de Godfrey Johnson que se intitulava "The Shadow of Brel". Godfrey Johnson está AQUI no Facebook.